A informação está nos livros didáticos, nos verbetes das enciclopédias, já foi ouvida por um sem-número de estudantes em todo o mundo e, até hoje, é repetida anualmente pelas salas de aula de todo o planeta. Mas um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) anunciou recentemente uma série de levantamentos mostrando que, ao que tudo indica, o Rio Amazonas é o rio mais longo do planeta, e não o Nilo, como ensinam os livros de Geografia. A notícia foi publicada na Revista Veja.
Para determinar o local onde nasce um rio, os geógrafos convencionaram levar em consideração o ponto onde aflora o depositário mais volumoso. Dessa forma, a nascente foi mudando de lugar a cada nova descoberta. E, de acordo com a mais recente, cujo trabalho de campo foi descrito em reportagem da Revista Nova Escola, a comunidade científica provavelmente seja obrigada a dar um “recall” nesse dado.
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